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São Luís do Maranhão, a única capital brasileira fundada por franceses e Patrimônio Histórico da Humanidade tem a honra de receber confrades e confreiras de todo o Brasil para este grande evento literário!

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Lendas

Lenda da serpente encantada

Lenda da serpente encantada

Diz a lenda da serpente encantada, que nas galerias subterrâneas que percorrem o Centro Histórico de São Luís, mora a serpente encantada de tamanho descomunal que cresce sem parar. O gigantesco animal crescerá sem parar até o dia que sua cabeça e sua calda se encontrarem levando para o fundo do mar a Ilha, provocando seu completo desaparecimento. Segundo os antigos, a serpente vive nas galerias desde o início do século XV, e ela nasceu nas imediações do Forte de São Luís. A cauda do animal estaria na igreja de São Pantaleão, a barriga na igreja do Carmo e a cabeça na secular Fonte do Ribeirão. Os que já passaram por seus túneis dizem que é possível até ver, através da grade de uma das entradas da fonte, a cabeça do monstro, com seus terríveis olhos vermelhos, com boca aberta e uma língua muito comprida e vermelha saindo do meio dos dentes, como descreve Josué Montello em seu romance “Os degraus do paraíso”.


Lenda da carruagem de Ana Jansen


Lenda da carruagem de Ana Jansen

Diz a lenda que Ana Jansen era poderosa e discutida matrona maranhense de marcante presença na vida econômica, social e política de São Luís no século XIX, ela ficou conhecida na cidade pela desumanidade e maus tratos que, segundo rumores, aplicava a seus escravos. Conta a lenda que os notívagos da cidade, ao pressentirem a aproximação de uma horrenda carruagem penada, fugiam aterrorizados, à procura de um abrigo seguro. Se assim não fizessem, estariam sujeitos a receber a alma penada de Ana Jansen, uma vela acesa que amanheceria transformada em osso de defunto. Dizem, ainda, que o coche era puxado por cavalos decapitados, conduzidos por um escravo, também, decapitado e com o corpo sangrando. Por onde passava, horripilantes sons eram ouvidos, que pareciam resultantes da combinação de atrito de velhas e gastas ferragens com o coro de lamentações dos escravos.


Lenda da praia do Olho d’ Água


Lenda da praia do Olho d’ Água

Conta a lenda que, inicialmente, houve ali uma aldeia indígena cujo chefe era Itaporama. Sua filha apaixonou-se por um jovem da tribo, mas este, por ser muito bonito, provocou paixão de mãe d’água que, através de seus poderes, conquistou-o e levou-o para seu palácio encantado nas profundezas do mar. Perdendo para sempre seu grande amor, a filha de Itaporama caiu em grande desolação, deixando de se alimentar e indo para a beira do mar chorando até morrer. De suas lágrimas surgiram duas nascentes que até hoje correm para o mar e que deram origem à denominação da praia.